{"id":12058,"date":"2019-08-16T19:17:34","date_gmt":"2019-08-16T19:17:34","guid":{"rendered":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/?p=12058"},"modified":"2019-08-16T19:17:34","modified_gmt":"2019-08-16T19:17:34","slug":"o-futuro-da-bioeletricidade-da-cana-de-acucar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/o-futuro-da-bioeletricidade-da-cana-de-acucar\/","title":{"rendered":"O futuro da bioeletricidade da cana-de-a\u00e7\u00facar"},"content":{"rendered":"<h4><i>Cen\u00e1rio elaborado pela equipe do Projeto SUCRE indica que a bioeletricidade da cana pode suprir com folga toda a demanda residencial e ainda reduzir at\u00e9 15% das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa do setor energ\u00e9tico brasileiro<\/i><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo dados do Sistema de Registro Nacional de Emiss\u00f5es (SIRENE), at\u00e9 2015, efetivamente, o Brasil reduziu em 50% as emiss\u00f5es totais de gases de efeito estufa quando comparados aos n\u00edveis de 2005. Isso significa que o Pa\u00eds estaria em situa\u00e7\u00e3o de cumprimento das metas previstas no Acordo de Paris, de diminuir as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa em 37% e 43% at\u00e9 os anos de 2025 e 2030, respectivamente, tendo como ponto de partida as emiss\u00f5es de 2005. Entretanto, houve um aumento de 42% das emiss\u00f5es no setor energ\u00e9tico brasileiro, nesse mesmo per\u00edodo, ainda de acordo com o SIRENE. Em raz\u00e3o desse aumento e de uma tend\u00eancia de crescimento das demandas futuras de energia, a bioeletricidade da cana-de-a\u00e7\u00facar teria papel indispens\u00e1vel, considerando os diversos benef\u00edcios ambientais e o elevado potencial dessa fonte de energia, em especial considerando a palha como complemento ao baga\u00e7o na gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1249 lazyload\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7\" data-src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Imagem1.png\" alt=\"\" width=\"902\" height=\"400\"><noscript><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1249 lazyload\" src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/Imagem1.png\" alt=\"\" width=\"902\" height=\"400\"><\/noscript>Gr\u00e1fico das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa do setor energ\u00e9tico brasileiro | Fonte: SIRENE (MCTIC, 2017)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u201cA eletricidade gerada a partir da biomassa da cana-de-a\u00e7\u00facar comp\u00f5e, junto de outras fontes, o setor el\u00e9trico brasileiro, que por sua vez \u00e9 apenas uma parte do setor energ\u00e9tico. Mesmo assim, a bioeletricidade da cana tem enorme potencial de mitiga\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa\u201d, explica a mestra em engenharia agr\u00edcola e integrante do Projeto SUCRE Nari\u00ea Rinke Dias de Souza. Cen\u00e1rios elaborados pela equipe do Projeto sugerem que, em um contexto de expans\u00e3o de \u00e1rea prevista pelo RenovaBio, de 3 milh\u00f5es de hectares de cana, com 50% de recolhimento de palha e cogera\u00e7\u00e3o otimizada, a biomassa da cana-de-a\u00e7\u00facar poderia reduzir 15% das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa do setor energ\u00e9tico brasileiro, visto que tem potencial de suprir com folga toda a demanda residencial de eletricidade no Brasil. Como um programa dedicado aos biocombust\u00edveis, que busca auxiliar o Brasil no cumprimento das metas assumidas no Acordo de Paris, o RenovaBio dever\u00e1 naturalmente estimular a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir da biomassa, j\u00e1 que se trata de uma forma de melhorar o desempenho ambiental do etanol e gerar mais CBios por m<sup>3&nbsp;<\/sup>de etanol.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Em 2017, a gera\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir da cana foi respons\u00e1vel pela mitiga\u00e7\u00e3o de 2% das emiss\u00f5es do setor energ\u00e9tico, segundo levantamento do Laborat\u00f3rio Nacional de Biorrenov\u00e1veis (LNBR), do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), no \u00e2mbito do SUCRE, a partir de dados do Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) e da Uni\u00e3o da Ind\u00fastria de Cana-de-a\u00e7\u00facar (UNICA). Considerando a bioeletricidade em substitui\u00e7\u00e3o parcial da pot\u00eancia instalada prevista para o g\u00e1s natural, somados a 50% de recolhimento de palha, um potencial otimizado do baga\u00e7o, em um cen\u00e1rio sem expans\u00e3o de \u00e1rea, poderiam ser gerados mais de 100 TWh de eletricidade que supririam 80% da demanda residencial brasileira com mitiga\u00e7\u00e3o de 11,4% das emiss\u00f5es do setor energ\u00e9tico, como demonstram proje\u00e7\u00f5es do Projeto SUCRE.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"5\" width=\"100%\"><strong><em>Cen\u00e1rios de substitui\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural por bioeletricidade<\/em><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"15%\"><\/td>\n<td width=\"20%\"><strong><em>Bioletricidade (TWh\/ano)<\/em><\/strong><\/td>\n<td width=\"19%\"><strong><em>\u00c1rea adicional (Mha)<\/em><\/strong><\/td>\n<td width=\"24%\"><strong><em>Emiss\u00f5es evitadas de GEE (MtCO<sub>2<\/sub>eq\/ano)<\/em><\/strong><\/td>\n<td width=\"20%\"><strong><em>Mitiga\u00e7\u00e3o setor energ\u00e9tico (%)<\/em><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"15%\"><strong><em>Cen\u00e1rio 1\u00b9<\/em><\/strong><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>106,5<\/em><\/td>\n<td width=\"19%\"><em>Sem expans\u00e3o<\/em><\/td>\n<td width=\"24%\"><em>51,3<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>11,4<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"15%\"><strong><em>Cen\u00e1rio 2\u00b9<sup>,&nbsp;<\/sup>\u00b2<\/em><\/strong><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>143,1<\/em><\/td>\n<td width=\"19%\"><em>3,0<\/em><\/td>\n<td width=\"24%\"><em>68,9<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>15,3<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><em><sup>1<\/sup>Considera 50% de recolhimento de palha + potencial otimizado de baga\u00e7o2<\/em><\/p>\n<p><em><sup>2<\/sup>Cen\u00e1rio de expans\u00e3o de 3 milh\u00f5es de hectares de cana-de-a\u00e7\u00facar, previsto pelo RenovaBio<\/em><\/p>\n<p><em><br \/>\nCen\u00e1rios da bioeletricidade da cana-de-a\u00e7\u00facar elaborados pela equipe do Projeto SUCRE a partir de dados da CONAB (2018), UNICA (2018), EPE (2018), ANEEL (2018), MME (2018), SIRENE (MCTIC, 2018) e CTC (2015).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dados cadastrados na Ag\u00eancia Nacional de Energia El\u00e9trica (Aneel), de 2018, com rela\u00e7\u00e3o a pot\u00eancia instalada prevista de curto e m\u00e9dio prazo, indicam que enquanto as unidades geradoras de energia a partir do baga\u00e7o da cana correspondem \u00e0 1,8% das t\u00e9rmicas previstas na matriz energ\u00e9tica brasileira, as de g\u00e1s natural s\u00e3o 80%. Essa previs\u00e3o \u00e9 relativa a usinas em constru\u00e7\u00e3o com outorga, constru\u00e7\u00e3o n\u00e3o iniciada, Despachos de Registro de Recebimento de Requerimento de Outorga (DRO) e pr\u00e9-cadastro. Frente a fontes f\u00f3sseis como o g\u00e1s natural, a bioeletricidade gera atualmente um cr\u00e9dito de 482 gramas de CO<sub>2<\/sub>&nbsp;equivalente a cada kWh produzido. Enquanto a emiss\u00e3o de gases de efeito estufa do g\u00e1s natural \u00e9 de 551 g CO<sub>2<\/sub>&nbsp;eq, a da biomassa de cana \u00e9 de 69 g CO<sub>2<\/sub>&nbsp;eq.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Longe do Centro-Sul, polo consumidor energ\u00e9tico do Pa\u00eds, a regi\u00e3o Nordeste ser\u00e1 sede de 49% da pot\u00eancia instalada prevista de unidades a g\u00e1s natural e tamb\u00e9m de grande parte das fontes fotovoltaica e e\u00f3lica cadastradas na Aneel. Conforme alerta Nari\u00ea, existem perdas de transmiss\u00e3o quanto maior a dist\u00e2ncia entre a gera\u00e7\u00e3o de energia e seu local de consumo.<\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n<table width=\"100%\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"20%\"><strong><em>Fontes<\/em><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: left\" width=\"20%\"><strong><em>Pot\u00eancia instalada atual (GW)<\/em><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: left\" width=\"20%\"><strong><em>Regi\u00e3o com maior representa\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: left\" width=\"20%\"><strong><em>Pot\u00eancia instalada prevista (GW)<\/em><\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: left\" width=\"20%\"><strong><em>Regi\u00e3o com maior representa\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"20%\"><em>G\u00e1s Natural<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>12,0<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>SE<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>48,6<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>NE<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"20%\"><em>Fotovoltaica<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>1,8<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>NE<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>33,2<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>NE<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"20%\"><em>E\u00f3lica<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>13,9<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>NE<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>7,1<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>NE<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"20%\"><em>Baga\u00e7o<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>11,3<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>SE<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>1,1<\/em><\/td>\n<td width=\"20%\"><em>SE<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><em>Tabela de pot\u00eancias instaladas atuais e pot\u00eancias instaladas previstas com as respectivas regi\u00f5es de maior representatividade por fonte de energia | Fonte: SIGEL (ANEEL, 2018)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m de estar pr\u00f3xima aos maiores centros consumidores de eletricidade \u2013 92% das usinas de cana-de-a\u00e7\u00facar est\u00e3o concentradas no Centro-Sul do Pa\u00eds \u2013, a bioeletricidade gerada a partir da cana coincide com o per\u00edodo de estiagem. \u201cNo per\u00edodo de seca, de abril a setembro, \u00e9 quando justamente a cana est\u00e1 em seu \u00e1pice para ser colhida na safra, havendo disponibilidade de biomassa para gera\u00e7\u00e3o de energia\u201d, destacou. Outro aspecto positivo da energia gerada a partir da biomassa da cana, \u00e9 que depende de uma infraestrutura que em grande parte j\u00e1 \u00e9 existente. Trata-se de um setor consolidado. As usinas de cana-de-a\u00e7\u00facar tamb\u00e9m s\u00e3o capazes de operar na entressafra, de dezembro a mar\u00e7o, com estoque de biomassa, tornando a gera\u00e7\u00e3o ininterrupta, diferente de fontes como a e\u00f3lica e a fotovoltaica, utilizadas na gera\u00e7\u00e3o distribu\u00edda, que s\u00e3o intermitentes e n\u00e3o despach\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Sobre o Projeto SUCRE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Projeto SUCRE (Sugarcane Renewable Electricity) tem como objetivo principal aumentar a produ\u00e7\u00e3o de eletricidade com baixa emiss\u00e3o de gases de efeito estufa (GEE) na ind\u00fastria de cana-de-a\u00e7\u00facar, por meio da palha gerada durante a colheita da cultura. Para tanto, a equipe trabalha na identifica\u00e7\u00e3o e solu\u00e7\u00e3o dos problemas que impedem as usinas parceiras de gerarem eletricidade de forma plena e sistem\u00e1tica. Com in\u00edcio em junho de 2015, ser\u00e3o ao todo cinco anos de projeto e um investimento de cerca de US$ 67,5 milh\u00f5es, sendo US$ 55,8 milh\u00f5es a parcela estimada de investimentos pelas usinas (grande parte j\u00e1 realizada com a instala\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es de limpeza a seco, reforma ou compra de caldeiras, turbogeradores, enfardadoras e outros equipamentos). A iniciativa \u00e9 financiada pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, da sigla em ingl\u00eas para Global Environment Faciliy), gerida em parceria com o Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e implementada pelo Laborat\u00f3rio Nacional de Biorrenov\u00e1veis (LNBR), que integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Sobre o LNBR<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Laborat\u00f3rio Nacional de Biorrenov\u00e1veis (LNBR) integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organiza\u00e7\u00e3o social qualificada pelo Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTIC). O LNBR emprega a biomassa e a biodiversidade brasileiras para resolver desafios relevantes para o Pa\u00eds por meio de solu\u00e7\u00f5es biotecnol\u00f3gicas que promovam o desenvolvimento sustent\u00e1vel de biocombust\u00edveis avan\u00e7ados, bioqu\u00edmicos e biomateriais. O Laborat\u00f3rio possui diversas Instala\u00e7\u00f5es Abertas a Usu\u00e1rios, incluindo a Planta Piloto para Desenvolvimento de Processos, estrutura singular no pa\u00eds para escalonamento de tecnologias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Sobre o CNPEM<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM)<\/strong>&nbsp;\u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o social supervisionada pelo Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es (MCTIC). Localizado em Campinas-SP, gerencia quatro Laborat\u00f3rios Nacionais \u2013 refer\u00eancias mundiais e abertos \u00e0s comunidades cient\u00edfica e empresarial.&nbsp;<strong>O Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron (LNLS)<\/strong>&nbsp;opera a \u00fanica fonte de luz s\u00edncrotron da Am\u00e9rica Latina e est\u00e1, nesse momento, finalizando a montagem do Sirius, o novo acelerador de el\u00e9trons brasileiro; o&nbsp;<strong>Laborat\u00f3rio Nacional de Bioci\u00eancias (LNBio)<\/strong>atua na \u00e1rea de biotecnologia com foco na descoberta e desenvolvimento de novos f\u00e1rmacos;&nbsp;<strong>o Laborat\u00f3rio Nacional de Biorrenov\u00e1veis (LNBR)<\/strong>&nbsp;pesquisa solu\u00e7\u00f5es biotecnol\u00f3gicas para o desenvolvimento sustent\u00e1vel de biocombust\u00edveis avan\u00e7ados, bioqu\u00edmicos e biomateriais, empregando a biomassa e a biodiversidade brasileira; e o&nbsp;<strong>Laborat\u00f3rio Nacional de Nanotecnologia (LNNano)<\/strong>&nbsp;realiza pesquisas cient\u00edficas e desenvolvimentos tecnol\u00f3gicos em busca de solu\u00e7\u00f5es baseadas em nanotecnologia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os quatro Laborat\u00f3rios t\u00eam, ainda, projetos pr\u00f3prios de pesquisa e participam da agenda transversal de investiga\u00e7\u00e3o coordenada pelo CNPEM, que articula instala\u00e7\u00f5es e compet\u00eancias cient\u00edficas em torno de temas estrat\u00e9gicos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cen\u00e1rio elaborado pela equipe do Projeto SUCRE indica que a bioeletricidade da cana pode suprir com folga toda a demanda residencial e ainda reduzir at\u00e9 15% das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa do setor energ\u00e9tico brasileiro &nbsp; Segundo dados do Sistema de Registro Nacional de Emiss\u00f5es (SIRENE), at\u00e9 2015, efetivamente, o Brasil reduziu em&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":45720,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[82,87,90,58,65,66],"tags":[36,38,41,156,158,42,179,43,44,243,46],"class_list":["post-12058","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-bioeletricidade","category-disseminacao","category-impactos-agroambientais","category-noticias","category-sucre","category-sustentabilidade","tag-bagaco","tag-bioenergia","tag-eletricidade","tag-emissoes","tag-energia","tag-energia-eletrica","tag-gee","tag-palha","tag-projeto-sucre","tag-renovabio","tag-sucre","category-82","category-87","category-90","category-58","category-65","category-66","description-off"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12058","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12058"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12058\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/45720"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12058"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12058"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}