{"id":3704,"date":"2015-06-02T13:51:23","date_gmt":"2015-06-02T16:51:23","guid":{"rendered":"http:\/\/ctbe.cnpem.br\/?p=3704"},"modified":"2015-06-02T13:51:23","modified_gmt":"2015-06-02T16:51:23","slug":"etanol-celulosico-deve-ser-viavel-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/etanol-celulosico-deve-ser-viavel-2020\/","title":{"rendered":"Etanol celul\u00f3sico deve ser economicamente vi\u00e1vel em 2020"},"content":{"rendered":"<p>[av_hr class=&#8217;invisible&#8217; height=&#8217;15&#8217; shadow=&#8217;no-shadow&#8217; position=&#8217;center&#8217; custom_border=&#8217;av-border-thin&#8217; custom_width=&#8217;50px&#8217; custom_border_color=&#8221; custom_margin_top=&#8217;30px&#8217; custom_margin_bottom=&#8217;30px&#8217; icon_select=&#8217;yes&#8217; custom_icon_color=&#8221; icon=&#8217;ue808&#8242; font=&#8217;entypo-fontello&#8217; custom_class=&#8221; av_uid=&#8217;av-bbu7yg&#8217;]<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Um <strong><a href=\"https:\/\/web.bndes.gov.br\/bib\/jspui\/handle\/1408\/4283\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo in\u00e9dito<\/a><\/strong> produzido pelo Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social\u00a0 (BNDES)<\/strong><\/span>, responde algumas quest\u00f5es fundamentais a quem trabalha na \u00e1rea de etanol, seja cientista, empres\u00e1rio ou formulador de pol\u00edticas p\u00fablicas. Dentre elas, <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>qual \u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o do custo de produ\u00e7\u00e3o do etanol celul\u00f3sico, obtido a partir do baga\u00e7o e da palha, e quando essa tecnologia se tornar\u00e1 economicamente vi\u00e1vel no Brasil<\/strong><\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Simula\u00e7\u00f5es computacionais realizadas na Biorrefinaria Virtual de Cana-de-a\u00e7\u00facar (BVC) do CTBE estimam que <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>o etanol celul\u00f3sico, tamb\u00e9m conhecido como segunda gera\u00e7\u00e3o (2G), ser\u00e1 vi\u00e1vel nas usinas brasileiras no m\u00e9dio-prazo, a partir de 2020<\/strong><\/span>. De acordo com os c\u00e1lculos da BVC, <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>o custo de produ\u00e7\u00e3o atual do etanol 2G gira em torno de R$ 1,50 por litro, enquanto o custo do etanol de primeira gera\u00e7\u00e3o (1G) fica em torno de R$ 1,15. No m\u00e9dio prazo, o valor para a segunda gera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 drasticamente reduzido para R$ 0,75, podendo chegar, em mais alguns anos, a R$ 0,52<\/strong><\/span> em determinados cen\u00e1rios tecnol\u00f3gicos e econ\u00f4micos. A este custo, o etanol 2G permanecer\u00e1 competitivo mesmo se o pre\u00e7o internacional do barril de petr\u00f3leo atingir o m\u00ednimo de U$ 44.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Tais valores foram obtidos a partir de dados propostos pelo CTBE, ap\u00f3s levantamento inicial junto a 22 empresas e especialistas do setor de etanol. As informa\u00e7\u00f5es adquiridas englobam temas como caracter\u00edsticas e qualidade das mat\u00e9rias-primas empregadas, produtividade no campo, n\u00edvel de mecaniza\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, rendimentos industriais, produtividade das diferentes opera\u00e7\u00f5es nas usinas, insumos empregados, integra\u00e7\u00e3o da primeira com a segunda gera\u00e7\u00e3o, per\u00edodo de opera\u00e7\u00e3o na safra e na entressafra, mat\u00e9ria-prima empregada na entressafra, entre outros.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left\">Cen\u00e1rios tecnol\u00f3gicos estudados<\/h2>\n<p style=\"text-align: left\">As <strong>simula\u00e7\u00f5es computacionais atuaram sobre 14 cen\u00e1rios distintos ao longo de tr\u00eas per\u00edodos: de 2015 a 2020 (curto prazo), 2021 a 2025 (m\u00e9dio prazo) e 2026 a 2030 (longo prazo)<\/strong>. \u201cTodas as empresas consultadas nesse estudo possuem uma proposta de tecnologia para o curto prazo e objetivos estabelecidos para o longo prazo. Tais dados embasaram nossas estimativas\u201d, explica o l\u00edder da BVC no CTBE, Antonio Bonomi.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Foi avaliado um cen\u00e1rio representativo da m\u00e9dia atual do setor, principalmente na Regi\u00e3o Centro-sul do Brasil, contempla uma planta 1G anexa com capacidade de processamento de dois milh\u00f5es de toneladas de cana durante a safra, com tecnologia b\u00e1sica e sem integra\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Os demais cen\u00e1rios s\u00e3o baseados no processamento de, pelo menos, quatro milh\u00f5es de toneladas de cana, com tecnologia moderna eabrangem a produ\u00e7\u00e3o de etanol de primeira gera\u00e7\u00e3o exclusivamente, primeira gera\u00e7\u00e3o integrada \u00e0 segunda e segunda gera\u00e7\u00e3o em ind\u00fastria independente. <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>Duas rotas tecnol\u00f3gicas foram consideradas. Em uma h\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de etanol 2G com fermenta\u00e7\u00e3o separada de a\u00e7\u00facares de cinco carbonos (xilose). Na outra ocorre a cofermenta\u00e7\u00e3o dos a\u00e7\u00facares de cinco e seis carbonos (glicose)<\/strong><\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">[av_button label=&#8217;Acesse o artigo completo&#8217; link=&#8217;manually,https:\/\/web.bndes.gov.br\/bib\/jspui\/handle\/1408\/4283&#8242; link_target=&#8217;_blank&#8217; size=&#8217;large&#8217; position=&#8217;center&#8217; icon_select=&#8217;yes&#8217; icon=&#8217;ue84b&#8217; font=&#8217;entypo-fontello&#8217; color=&#8217;theme-color&#8217; custom_bg=&#8217;#444444&#8242; custom_font=&#8217;#ffffff&#8217; custom_class=&#8221; av_uid=&#8217;av-9qrtmg&#8217;]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left\">Resultados na \u00e1rea agr\u00edcola e industrial<\/h2>\n<p style=\"text-align: left\">Na <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>parte agr\u00edcola, um dos grandes diferenciais para a redu\u00e7\u00e3o do custo futuro do etanol celul\u00f3sico \u00e9 a introdu\u00e7\u00e3o da cana-energia<\/strong><\/span>. Tal variedade de cana possui teor maior de fibras e menor de a\u00e7\u00facares, comparado \u00e0 cana convencional. \u201cEla \u00e9 mais produtiva. A produtividade m\u00e9dia atual de cana convencional colhida \u00e9 de 80 toneladas anuais por hectare, enquanto <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>a cana-energia pode chegar a 250 toneladas anuais no longo prazo<\/strong><\/span>\u201d, informa Bonomi,. Prev\u00ea-se que com os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos esperados, ser\u00e1 poss\u00edvel colher a cana-energia na entressafra da convencional j\u00e1 no m\u00e9dio prazo. Soma-se a isso o fato de que a cana-energia possibilita o dobro de cortes sem renova\u00e7\u00e3o do canavial e possui um sistema radicular (de ra\u00edzes) mais robusto que a cana convencional, o que a torna mais resistente aos danos causados \u00e0s soqueiras durante a colheita mec\u00e2nica.<\/p>\n<p>[av_hr class=&#8217;invisible&#8217; height=&#8217;15&#8217; shadow=&#8217;no-shadow&#8217; position=&#8217;center&#8217; custom_border=&#8217;av-border-thin&#8217; custom_width=&#8217;50px&#8217; custom_border_color=&#8221; custom_margin_top=&#8217;30px&#8217; custom_margin_bottom=&#8217;30px&#8217; icon_select=&#8217;yes&#8217; custom_icon_color=&#8221; icon=&#8217;ue808&#8242; font=&#8217;entypo-fontello&#8217; custom_class=&#8221; av_uid=&#8217;av-769hnc&#8217;]<\/p>\n<div id=\"attachment_3706\" style=\"width: 810px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-3706\" class=\"wp-image-3706 size-full lazyload\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7\" data-src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/cana-energia-granbio-1.jpg\" alt=\"Compara\u00e7\u00e3o cana energia cana normal\" width=\"800\" height=\"527\" \/><p id=\"caption-attachment-3706\" class=\"wp-caption-text\"><noscript><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-3706 size-full lazyload\" src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/cana-energia-granbio-1.jpg\" alt=\"Compara\u00e7\u00e3o cana energia cana normal\" width=\"800\" height=\"527\" \/><\/noscript> Compara\u00e7\u00e3o entre cana energia e cana normal. Cr\u00e9dito: GranBio.<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: left\">[av_hr class=&#8217;invisible&#8217; height=&#8217;15&#8217; shadow=&#8217;no-shadow&#8217; position=&#8217;center&#8217; custom_border=&#8217;av-border-thin&#8217; custom_width=&#8217;50px&#8217; custom_border_color=&#8221; custom_margin_top=&#8217;30px&#8217; custom_margin_bottom=&#8217;30px&#8217; icon_select=&#8217;yes&#8217; custom_icon_color=&#8221; icon=&#8217;ue808&#8242; font=&#8217;entypo-fontello&#8217; custom_class=&#8221; av_uid=&#8217;av-650m1k&#8217;]<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Na \u00e1rea industrial, A BVC prev\u00ea melhoria em todos os par\u00e2metros do processo, como rendimento e condi\u00e7\u00f5es operacionais das etapas de pr\u00e9-tratamento e hidr\u00f3lise, custo e consumo de enzimas etc. \u201cA produ\u00e7\u00e3o comercial do etanol 2G \u00e9 apenas o in\u00edcio da curva de aprendizado do processo. Soma-se a isso a redu\u00e7\u00e3o no investimento de implanta\u00e7\u00e3o de novas unidades industriais e os equipamentos que melhorar\u00e3o suas efici\u00eancias\u201d, atesta Tassia Junqueira, coordenadora deste estudo no CTBE.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left\">Estimativas de produ\u00e7\u00e3o de etanol 2G e 1G2G e incertezas<\/h2>\n<p style=\"text-align: left\">As estimativas da BVC mostram que, no curto prazo, <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>a produ\u00e7\u00e3o de etanol celul\u00f3sico ficar\u00e1 em torno de 90 milh\u00f5es de litros anuais por planta industrial padr\u00e3o<\/strong><\/span>. Esse n\u00famero \u00e9 condizente com a capacidade instalada da <strong><a href=\"http:\/\/www.granbio.com.br\/conteudos\/biocombustiveis\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">primeira usina de 2G inaugurada no Brasil<\/a><\/strong>, em 2014, que \u00e9 80 milh\u00f5es de litros. Entretanto, <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>as melhorias implementadas nos cen\u00e1rios em que h\u00e1 integra\u00e7\u00e3o da primeira com a segunda gera\u00e7\u00e3o podem elevar a produ\u00e7\u00e3o total de etanol para cerca de 1 bilh\u00e3o de litros anuais por usina<\/strong><\/span>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">No que diz respeito \u00e0 produtividade de etanol celul\u00f3sico, \u00e9 poss\u00edvel observar tr\u00eas patamares de produ\u00e7\u00e3o: em torno de 240 litros por tonelada de material lignocelul\u00f3sico seco para o curto prazo; 300 litros para o m\u00e9dio; e pr\u00f3ximo a 350 para o longo prazo. Esses valores refletem avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, como o aumento de rendimento nas etapas de convers\u00e3o e maior recupera\u00e7\u00e3o dos produtos nas etapas de separa\u00e7\u00e3o s\u00f3lido-l\u00edquido.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">\u00c9 sensato acreditar que um estudo com tamanho n\u00edvel de complexidade possua incertezas decorrentes das premissas empregadas. Segundo Bonomi, uma das maiores delas \u00e9 o pre\u00e7o futuro da eletricidade. <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>Uma eleva\u00e7\u00e3o brusca e inesperada nesse componente pode levar os usineiros a direcionar grande parcela da biomassa dispon\u00edvel nas usinas para a produ\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. Com isso, deve haver uma diminui\u00e7\u00e3o no volume de etanol 2G<\/strong><\/span> produzido devido a menor disponibilidade de biomassa para o processo, assim como um custo mais elevado para essa mat\u00e9ria-prima.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">Entretanto, as principais incertezas ligadas \u00e0s atividades agr\u00edcolas e industriais foram incorporadas aos c\u00e1lculos da BVC, que entrega alguns dos seus resultados com as devidas margens de erro estabelecidas. Mesmo com a inser\u00e7\u00e3o dessas sensibilidades, o custo do etanol celul\u00f3sico no m\u00e9dio prazo se mant\u00e9m pr\u00f3ximo da primeira gera\u00e7\u00e3o e, no longo prazo, \u00e9 inferior.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: left\">Pol\u00edticas p\u00fablicas que estimulam o consumo de etanol 2G<\/h2>\n<p style=\"text-align: left\">Ao final do trabalho publicado na edi\u00e7\u00e3o de abril deste ano da Revista BNDES Setorial, <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>o Banco ressalta a import\u00e2ncia do Brasil investir em pol\u00edticas p\u00fablicas de est\u00edmulo ao consumo de etanol 2G<\/strong><\/span>. Essas se somariam \u00e0s iniciativas de sucesso de BNDES, Finep e Fapesp, entre outros \u00f3rg\u00e3os de incentivo \u00e0 P&amp;D no Pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: left\">O trabalho tamb\u00e9m aponta a <span style=\"font-size: 12pt\"><strong>opini\u00e3o do BNDES de que o CTBE, no \u00e2mbito da BVC e de sua Planta Piloto de Desenvolvimento de Processos, seria a institui\u00e7\u00e3o capaz de monitorar a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica do etanol celul\u00f3sico e, sempre que poss\u00edvel, identificar uma rela\u00e7\u00e3o de causalidade com os instrumentos de pol\u00edtica implementados<\/strong><\/span>. \u201cA gera\u00e7\u00e3o dessa refer\u00eancia peri\u00f3dica de custos, independente e qualificada, contribuir\u00e1 positivamente para o desenvolvimento dessa ind\u00fastria no Brasil, seja influenciando estrat\u00e9gias empresariais, seja subsidiando e avaliando a agenda de pol\u00edtica p\u00fablica\u201d, afirmam os autores do trabalho.<\/p>\n<p>[av_button label=&#8217;Acesse o artigo completo&#8217; link=&#8217;manually,https:\/\/web.bndes.gov.br\/bib\/jspui\/handle\/1408\/4283&#8242; link_target=&#8217;_blank&#8217; size=&#8217;large&#8217; position=&#8217;center&#8217; icon_select=&#8217;yes&#8217; icon=&#8217;ue84b&#8217; font=&#8217;entypo-fontello&#8217; color=&#8217;theme-color&#8217; custom_bg=&#8217;#444444&#8242; custom_font=&#8217;#ffffff&#8217; custom_class=&#8221; av_uid=&#8217;av-4g294o&#8217;]<\/p>\n<p>[av_hr class=&#8217;invisible&#8217; height=&#8217;20&#8217; shadow=&#8217;no-shadow&#8217; position=&#8217;center&#8217; custom_border=&#8217;av-border-thin&#8217; custom_width=&#8217;50px&#8217; custom_border_color=&#8221; custom_margin_top=&#8217;30px&#8217; custom_margin_bottom=&#8217;30px&#8217; icon_select=&#8217;yes&#8217; custom_icon_color=&#8221; icon=&#8217;ue808&#8242; font=&#8217;entypo-fontello&#8217; custom_class=&#8221; av_uid=&#8217;av-2mbkig&#8217;]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[av_hr class=&#8217;invisible&#8217; height=&#8217;15&#8217; shadow=&#8217;no-shadow&#8217; position=&#8217;center&#8217; custom_border=&#8217;av-border-thin&#8217; custom_width=&#8217;50px&#8217; custom_border_color=&#8221; custom_margin_top=&#8217;30px&#8217; custom_margin_bottom=&#8217;30px&#8217; icon_select=&#8217;yes&#8217; custom_icon_color=&#8221; icon=&#8217;ue808&#8242; font=&#8217;entypo-fontello&#8217; custom_class=&#8221; av_uid=&#8217;av-bbu7yg&#8217;] Um estudo in\u00e9dito produzido pelo Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), a pedido do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social\u00a0 (BNDES), responde algumas quest\u00f5es fundamentais a quem trabalha na \u00e1rea de etanol, seja cientista, empres\u00e1rio&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":3701,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[58],"tags":[119,168,248,250],"class_list":["post-3704","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-biorrefinaria-virtual","tag-etanol-2g","tag-setor-sucroenergetico","tag-simulacao-computacional","category-58","description-off"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3704","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3704"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3704\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3704"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3704"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3704"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}