{"id":6100,"date":"2016-05-24T16:48:45","date_gmt":"2016-05-24T19:48:45","guid":{"rendered":"http:\/\/ctbe.cnpem.br\/?p=6100"},"modified":"2016-05-24T16:48:45","modified_gmt":"2016-05-24T19:48:45","slug":"colaboradores-ctbe-recebem-premio-inventores-unicamp-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/colaboradores-ctbe-recebem-premio-inventores-unicamp-2016\/","title":{"rendered":"Colaboradores do CTBE recebem Pr\u00eamio Inventores Unicamp 2016"},"content":{"rendered":"<p>Tr\u00eas pesquisadores do Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) receberam o Pr\u00eamio Inventores Unicamp 2016 na categoria \u201cTecnologia Licenciada\u201d pelo licenciamento da tecnologia \u201cSistema e processo para monitoramento de processos de fermenta\u00e7\u00e3o\u201d. O conceito inovador foi desenvolvido pelos pesquisadores Carlos Eduardo Vaz Rossell, Jaciane Lutz Ienczak e pela especialista em processos Celina Kiyomi Yamakawa, em parceria com pesquisadores da Faculdade de Engenharia Mec\u00e2nica (FEM) da Unicamp, Carlos Kenichi Suzuki, Eric Fujiwara e Eduardo Ono.<\/p>\n<p>Diante da dificuldade em quantificar o processo da fermenta\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica, os pesquisadores desenvolveram um sensor que possibilita monitorar em tempo real a convers\u00e3o de a\u00e7\u00facares no processo. O sensor calcula a velocidade que o a\u00e7\u00facar \u00e9 consumido atrav\u00e9s de uma deriva\u00e7\u00e3o num\u00e9rica, al\u00e9m de medir o teor de a\u00e7\u00facar na dorna de fermenta\u00e7\u00e3o, onde o a\u00e7\u00facar \u00e9 transformado em \u00e1lcool. A tecnologia permite visualizar a velocidade da fermenta\u00e7\u00e3o para que quando essa alcance um valor m\u00ednimo, pr\u00f3ximo de zero, o processo seja interrompido. Os benef\u00edcios desse sistema s\u00e3o relevantes para evitar perdas na capacidade de produ\u00e7\u00e3o e evitar que as leveduras sejam danificadas, j\u00e1 que, caso estejam atuando sem a\u00e7\u00facar e na presen\u00e7a de \u00e1lcool, s\u00e3o submetidas a um grande estresse.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Profissionais reconhecidos<\/strong><\/p>\n<p>O coordenador da divis\u00e3o de processamento de biomassa do CTBE e pesquisador Carlos Eduardo Vaz Rossell afirma que o Laborat\u00f3rio tem hoje condi\u00e7\u00f5es de transferir a tecnologia para o mercado. O sensor foi protegido em cotitularidade (Unicamp e CNPEM) junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e licenciado em car\u00e1ter n\u00e3o exclusivo para a empresa Optlink, fabricante de componentes para comunica\u00e7\u00e3o \u00f3ptica, de equipamentos \u00f3ptico-eletr\u00f4nicos e provedora de servi\u00e7os especializados. Segundo Rossell, o sistema vai ao encontro da inventividade, um dos requisitos do pr\u00eamio, j\u00e1 que esse princ\u00edpio n\u00e3o havia sido proposto anteriormente. \u201cO conceito de utilizar o sensor para isso \u00e9 decorrente da experi\u00eancia anterior que tive\u201d, explica o especialista.<\/p>\n<p>Para o pesquisador, que atua na \u00e1rea de bioprocessos h\u00e1 mais de 30 anos, \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o receber o pr\u00eamio, especialmente por tratar de uma condecora\u00e7\u00e3o relacionada a pesquisa aplicada, a transfer\u00eancia de tecnologia. \u201c\u00c9 uma grande satisfa\u00e7\u00e3o receber este pr\u00eamio. Sempre me dediquei mais a pesquisa aplicada do que a pesquisa fundamental. Isso para mim \u00e9 um assunto que me provoca satisfa\u00e7\u00e3o\u201d, relata a respeito de suas considera\u00e7\u00f5es pessoais.<\/p>\n<p>Com 18 anos de experi\u00eancia na \u00e1rea de bioprocessos, a pesquisadora Jaciane Lutz Ienczak fala sobre a import\u00e2ncia do pr\u00eamio para ela\u00a0 e especialmente para o Laborat\u00f3rio. \u201cO CTBE merece este pr\u00eamio porque re\u00fane uma estrutura fant\u00e1stica, com profissionais de alt\u00edssimo n\u00edvel e est\u00e1 localizado em um polo para fermenta\u00e7\u00e3o de etanol do Brasil. Esse pr\u00eamio vem ao encontro de todo o trabalho que todos os meus colegas v\u00eam desenvolvendo\u201d, diz. Segundo a pesquisadora, que est\u00e1 no Laborat\u00f3rio desde o final de 2011, o CTBE, inaugurado em 2010, colhe agora os frutos de tudo o que j\u00e1 vem produzindo de pesquisa ao longo dos anos. Para a especialista em processos Celina Kiyomi Yamakawa foi uma surpresa a premia\u00e7\u00e3o. \u201cSignifica uma conquista do Laborat\u00f3rio, por estar cumprindo a miss\u00e3o de contribuir com o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico do Pa\u00eds atrav\u00e9s da redu\u00e7\u00e3o do custo de produ\u00e7\u00e3o do bioetanol\u201d, afirma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DSC_2487-1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6101 size-large lazyload\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7\" data-src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DSC_2487-1-1030x687.jpg\" alt=\"Pr\u00eamio Inventores Unicamp 2016\" width=\"1030\" height=\"687\" \/><noscript><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-6101 size-large lazyload\" src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2016\/05\/DSC_2487-1-1030x687.jpg\" alt=\"Pr\u00eamio Inventores Unicamp 2016\" width=\"1030\" height=\"687\" \/><\/noscript><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas pesquisadores do Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) receberam o Pr\u00eamio Inventores Unicamp 2016 na categoria \u201cTecnologia Licenciada\u201d pelo licenciamento da tecnologia \u201cSistema e processo para monitoramento de processos de fermenta\u00e7\u00e3o\u201d. 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