{"id":8318,"date":"2017-08-29T10:34:29","date_gmt":"2017-08-29T13:34:29","guid":{"rendered":"http:\/\/ctbe.cnpem.br\/?p=8318\/"},"modified":"2017-08-29T10:34:29","modified_gmt":"2017-08-29T13:34:29","slug":"agricultura-de-precisao-no-setor-sucroenergetico-brasileiro-onde-estamos-e-para-onde-deveremos-ir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/agricultura-de-precisao-no-setor-sucroenergetico-brasileiro-onde-estamos-e-para-onde-deveremos-ir\/","title":{"rendered":"Agricultura de Precis\u00e3o no setor sucroenerg\u00e9tico brasileiro: onde estamos e para onde deveremos ir!"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Guilherme Sanches<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 fato que a agricultura de precis\u00e3o (AP) desperta cada dia mais o interesse dos diversos segmentos do agroneg\u00f3cio. Caracterizada como um pacote tecnol\u00f3gico, a AP inclui diversas tecnologias e ferramentas que buscam determinar a variabilidade espacial presente nas lavouras para extrair o m\u00e1ximo rendimento destas. N\u00e3o s\u00f3 busca otimizar os recursos para obter maiores lucratividades, mas tamb\u00e9m busca respeitar o meio ambiente pela utiliza\u00e7\u00e3o racional de insumos. No cen\u00e1rio mundial atual onde os recursos est\u00e3o cada vez mais escassos e a polui\u00e7\u00e3o ambiental \u00e9 preocupante, falar em agricultura de precis\u00e3o \u00e9 fundamental. Somado a isso, as metas ratificadas pelo governo brasileiro e outras na\u00e7\u00f5es ao redor do mundo na Confer\u00eancia das Partes sobre mudan\u00e7as do Clima (COP-21) fazem da agricultura de precis\u00e3o um dos elementos chave para o sucesso das ambiciosas, porem necess\u00e1rias, metas. Produzir mais com menos, respeitando o meio ambiente, dever\u00e1 ser o lema do agroneg\u00f3cio brasileiro. No entanto, quando falamos de Brasil e do nosso setor sucroenerg\u00e9tico dentro do contexto da agricultura de precis\u00e3o surge a quest\u00e3o: onde estamos? Quais s\u00e3o as iniciativas e os avan\u00e7os t\u00e9cnico-cient\u00edficos que o Brasil tem feito neste sentido?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Dando um breve hist\u00f3rico, a preocupa\u00e7\u00e3o com variabilidade espacial presente nas lavouras n\u00e3o \u00e9 recente. O primeiro trabalho cientifico que relata esta preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 de 1929, publicado por Linsley e Bauer, com recomenda\u00e7\u00f5es de testes da acidez do solo para aplica\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio. Contudo, o termo \u201cAgricultura de Precis\u00e3o\u201d foi criado somente na d\u00e9cada de 1990. J\u00e1 no Brasil a Agricultura de Precis\u00e3o come\u00e7ou a ganhar peso apenas no in\u00edcio do segundo mil\u00eanio, especificamente em 2001, quando foram apresentadas as primeiras m\u00e1quinas comerciais de aplica\u00e7\u00e3o de adubos \u00e0 taxa vari\u00e1vel. De l\u00e1 para c\u00e1, a AP se intensificou cada vez mais, surgindo novas variantes como agricultura digital, agricultura inteligente, agricultura 4.0 e por a\u00ed vai.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Retirando uma pequena amostra (N= 233) de trabalhos t\u00e9cnico-cient\u00edficos publicados mundialmente em revistas de alto impacto na tem\u00e1tica de AP desde 2012, data em que foi criada a Comiss\u00e3o Brasileira de Agricultura de Precis\u00e3o (CBAP) junto ao MAPA (Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento), \u00e9 vis\u00edvel o avan\u00e7o e interesse do Brasil a respeito do assunto. Nossa posi\u00e7\u00e3o \u00e9 nada menos do que a 4\u00aa, ficando apenas atr\u00e1s de Estados Unidos (EUA), Espanha (ESP) e China (CHN) (Figura 1).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8319 aligncenter lazyload\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7\" data-src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Picture1-1.png\" alt=\"\" width=\"902\" height=\"541\" \/><noscript><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8319 aligncenter lazyload\" src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Picture1-1.png\" alt=\"\" width=\"902\" height=\"541\" \/><\/noscript><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Figura 1. N\u00fameros de trabalhos t\u00e9cnicos-cient\u00edficos publicados <u>por pa\u00eds<\/u> desde 2012 na tem\u00e1tica de Agricultura de Precis\u00e3o. <\/strong><em>Fonte: N\u00facleo de Pesquisa Agricultura de Precis\u00e3o CTBE\/CNPEM.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apesar de motivador, uma pesquisa de mercado realizada em 2013 pela <em>Kleffmann Group<\/em> revela que, ainda, o agroneg\u00f3cio brasileiro precisa colocar na pr\u00e1tica aquilo que est\u00e1 dentro das academias e dos institutos de pesquisa no que diz respeito a AP. De 992 produtores entrevistados, principalmente do setor de gr\u00e3os, apenas 45% afirmaram que utilizam alguma t\u00e9cnica relacionada \u00e0 agricultura de precis\u00e3o (Figura 2). Destes, que afirmaram usar AP, a maioria realiza o mapeamento da fertilidade do solo. A maneira como realizam o mapeamento da fertilidade do solo fica quase empatada entre \u00e0 n\u00edvel de talh\u00e3o (43%) ou grid (57%). No geral, esses n\u00fameros revelam que, apenas, cerca de 15% da agricultura brasileira utilizam t\u00e9cnicas de amostragem de solo para mapeamento da fertilidade. \u00c9 fato que ainda estamos muito longe do que gostar\u00edamos. Hoje esses n\u00fameros j\u00e1 devem ter sofrido altera\u00e7\u00f5es, mas essa pesquisa de 2013 \u00e9 a mais recente que se conhece do mercado brasileiro. Precisamos de novos n\u00fameros para saber onde estamos e, assim, alavancar investimentos no setor, al\u00e9m de novas atitudes para inserirmos a ess\u00eancia da AP nas lavouras brasileiras. Um importante passo para isso foi a cria\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Agricultura de Precis\u00e3o (AsBrAP), em maio de 2017, tendo como um dos objetivos incentivar e divulgar a import\u00e2ncia da agricultura de precis\u00e3o para a sustentabilidade das produ\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8320 lazyload\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7\" data-src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Picture2-1.png\" alt=\"\" width=\"791\" height=\"303\" \/><noscript><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-8320 lazyload\" src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Picture2-1.png\" alt=\"\" width=\"791\" height=\"303\" \/><\/noscript><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Figura 2. Resultados da pesquisa divulgada pela <em>Kleffmann Group<\/em> realizada em 2013 no mercado brasileiro. <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Fonte: <\/strong><a href=\"http:\/\/www.agriculturadeprecisao.org.br\/upimg\/publicacoes\/pub_-boletim-tecnico-03---agricultura-de-precisao-numeros-do-mercado-brasileiro-11-04-2017.pdf\">http:\/\/www.agriculturadeprecisao.org.br\/upimg\/publicacoes\/pub_-boletim-tecnico-03&#8212;agricultura-de-precisao-numeros-do-mercado-brasileiro-11-04-2017.pdf<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando entramos especificamente no setor sucroenerg\u00e9tico brasileiro, movido principalmente pela cana-de-a\u00e7\u00facar e seus derivados, os n\u00fameros precisam nos fazer parar e refletir. Da amostra de trabalhos t\u00e9cnico-cient\u00edficos apresentada anteriormente, as culturas onde as pesquisas em AP (\u00e0 n\u00edvel mundial) concentram for\u00e7a s\u00e3o principalmente para o trigo (1\u00ba) e milho (2\u00ba) (Figura 3). J\u00e1 a cana-de-a\u00e7\u00facar se localiza na 14\u00aa posi\u00e7\u00e3o, empatada com cevada e oliva. Este retrato nos revela o porqu\u00ea de as culturas de gr\u00e3os estarem mais tecnificadas. Os ganhos relativos de produtividade destas lavouras nos \u00faltimos anos ultrapassam facilmente a cultura de cana-de-a\u00e7\u00facar, que por sua vez se encontra estagnada. A produtividade agr\u00edcola da cana-de-a\u00e7\u00facar sofreu redu\u00e7\u00f5es significativas nos \u00faltimos anos, principalmente devido \u00e0 ado\u00e7\u00e3o da mecaniza\u00e7\u00e3o, desde o plantio at\u00e9 a colheita. Mudan\u00e7as neste cen\u00e1rio de estagna\u00e7\u00e3o s\u00e3o facilmente percebidas pelos grupos que adotam expressivamente as tecnologias de piloto autom\u00e1tico em todas as opera\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, onde os ganhos em produtividade est\u00e3o em torno de 8% a 10%, sem falar dos benef\u00edcios de redu\u00e7\u00e3o de manobras e consumo de diesel. Mas sabemos que a agricultura de precis\u00e3o pode alavancar ainda mais esses n\u00fameros. As tecnologias dispon\u00edveis n\u00e3o s\u00f3 permitem aumentar a produtividade, mas principalmente racionalizar os insumos. Somos carentes de n\u00fameros e resultados pr\u00e1ticos que comprovem a verdadeira efic\u00e1cia (econ\u00f4mica e ambiental) da ado\u00e7\u00e3o destas tecnologias no setor sucroenerg\u00e9tico brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando falamos de agricultura de precis\u00e3o estamos intrinsicamente falando de inova\u00e7\u00e3o. Neste contexto o retrato revelado aqui n\u00e3o est\u00e1 longe do contexto brasileiro de inova\u00e7\u00e3o. Dados de 2015 revelam que o Brasil se encontra em 13\u00ba colocado no <em>ranking<\/em> de publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas \u00e0 n\u00edvel mundial. No entanto, quando procuramos olhar pela \u00f3tica da inova\u00e7\u00e3o estamos apenas na 70\u00aa posi\u00e7\u00e3o. Estes n\u00fameros mostram o enorme \u201cvale\u201d que existe para que a ci\u00eancia b\u00e1sica (feitas nas universidades e institutos de pesquisa) atinja a inova\u00e7\u00e3o e, consequentemente, chegue ao setor produtivo para gerar riqueza \u00e0 na\u00e7\u00e3o. Na AP estamos neste mesmo dilema. Estamos conseguindo avan\u00e7ar em pesquisas, por\u00e9m as mesmas n\u00e3o est\u00e3o chegando aonde de fato precisam e deveriam chegar, isto \u00e9, no setor produtivo. Somado a isso, a cada dia fica mais dif\u00edcil avan\u00e7ar nas pesquisas para gerar inova\u00e7\u00e3o no Brasil. Prova disso s\u00e3o os enormes cortes que o Minist\u00e9rio de Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI) vem sofrendo. O \u00faltimo corte atingiu os expressivos 40%. Uma luz no fundo do t\u00fanel para alavancarmos o setor e as inova\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias poder\u00e1 ser o RenovaBio. Sem d\u00favida esta reforma pol\u00edtica de biocombust\u00edveis permitir\u00e1 impulsionar a demanda por combust\u00edveis mais limpos, acelerando nosso crescimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8321 aligncenter lazyload\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7\" data-src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Picture3.png\" alt=\"\" width=\"912\" height=\"546\" \/><noscript><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-8321 aligncenter lazyload\" src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Picture3.png\" alt=\"\" width=\"912\" height=\"546\" \/><\/noscript><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>Figura 3. N\u00fameros de trabalhos t\u00e9cnicos-cient\u00edficos publicados <u>por cultura<\/u> desde 2012 na tem\u00e1tica de Agricultura de Precis\u00e3o.<\/strong><em> Fonte: N\u00facleo de Pesquisa Agricultura de Precis\u00e3o CTBE\/CNPEM<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Portanto, o fato \u00e9 que para as metas do acordo de Paris serem alcan\u00e7adas precisamos avan\u00e7ar. Estimativas apontam que a produ\u00e7\u00e3o brasileira de cana-de-a\u00e7\u00facar precisar\u00e1 sofrer um acr\u00e9scimo de \u224843% at\u00e9 2030. Para isso n\u00e3o h\u00e1 sombra de d\u00favidas que parcerias entre institui\u00e7\u00f5es de pesquisa e o setor produtivo dever\u00e3o ser cada vez maiores. Sem verba para pesquisa n\u00e3o se faz ci\u00eancia, sem ci\u00eancia n\u00e3o se faz inova\u00e7\u00e3o e sem inova\u00e7\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 crescimento. Apesar de cr\u00edtico, o cen\u00e1rio atual deve nos motivar a caminhar em frente e tornar o agroneg\u00f3cio brasileiro uma pot\u00eancia cada vez maior. Agricultura de Precis\u00e3o \u00e9 um caminho sem volta que permitir\u00e1 produzir mais com menos. Aqueles que se atentarem mais rapidamente para esse fato tornar\u00e3o seus neg\u00f3cios mais lucrativos e sustent\u00e1veis. Este \u00e9 o momento da Agricultura de Precis\u00e3o. Estudar a variabilidade espacial e temporal das lavouras para maximizar a produ\u00e7\u00e3o e minimizar os impactos ambientais \u00e9 o caminho!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Sobre o autor<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Guilherme Martineli Sanches \u00e9 graduado e mestre em Engenharia Agr\u00edcola pela Faculdade de Engenharia Agr\u00edcola (FEAGRI\/UNICAMP) e especialista em An\u00e1lise de Dados pela Faculdade de Engenharia Qu\u00edmica (FEQ\/UNICAMP). Atualmente \u00e9 L\u00edder do N\u00facleo de Pesquisa em Agricultura de Precis\u00e3o do Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) pertencente ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Sobre o CTBE<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) integra o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organiza\u00e7\u00e3o social qualificada pelo Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es (MCTIC). O CTBE desenvolve pesquisa e inova\u00e7\u00e3o de n\u00edvel internacional na \u00e1rea de biomassa voltada \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de energia, em especial do etanol de cana-de-a\u00e7\u00facar. O Laborat\u00f3rio possui um ambiente singular no Pa\u00eds para o escalonamento de tecnologias, visando a transfer\u00eancia de processos da bancada cient\u00edfica para o setor produtivo, no qual se destaca a Planta Piloto para Desenvolvimento de Processos (PPDP).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Sobre o CNPEM<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o social qualificada pelo Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI). Localizado em Campinas-SP, possui quatro laborat\u00f3rios refer\u00eancias mundiais e abertos \u00e0 comunidade cient\u00edfica e empresarial. O Laborat\u00f3rio Nacional de Luz S\u00edncrotron (LNLS) opera a \u00fanica fonte de luz S\u00edncrotron da Am\u00e9rica Latina e est\u00e1, nesse momento, construindo Sirius, o novo acelerador brasileiro, de quarta gera\u00e7\u00e3o, para an\u00e1lise dos mais diversos tipos de materiais, org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos; o Laborat\u00f3rio Nacional de Bioci\u00eancias (LNBio) desenvolve pesquisas em \u00e1reas de fronteira da Bioci\u00eancia, com foco em biotecnologia e f\u00e1rmacos; o Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia de Bioetanol (CTBE) investiga novas tecnologias para a produ\u00e7\u00e3o de etanol celul\u00f3sico; e o Laborat\u00f3rio Nacional de Nanotecnologia (LNNano) realiza pesquisas com materiais avan\u00e7ados, com grande potencial econ\u00f4mico para o pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Guilherme Sanches &nbsp; \u00c9 fato que a agricultura de precis\u00e3o (AP) desperta cada dia mais o interesse dos diversos segmentos do agroneg\u00f3cio. 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