{"id":832,"date":"2013-07-11T13:58:05","date_gmt":"2013-07-11T13:58:05","guid":{"rendered":"http:\/\/preview.ioio.net.br\/ctbe\/?p=832"},"modified":"2013-07-11T13:58:05","modified_gmt":"2013-07-11T13:58:05","slug":"brasil-europa-unem-etanol-segunda-geracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/en\/brasil-europa-unem-etanol-segunda-geracao\/","title":{"rendered":"Brasil e Europa se unem pelo etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-838 size-full lazyload\" src=\"data:image\/gif;base64,R0lGODlhAQABAIAAAAAAAP\/\/\/yH5BAEAAAAALAAAAAABAAEAAAIBRAA7\" data-src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/Brasil-e-Europa-se-unem-pelo-etanol-de-segunda-gera\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"Brasil e Europa se unem pelo etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o\" width=\"289\" height=\"213\" \/><noscript><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-838 size-full lazyload\" src=\"https:\/\/lnbr.cnpem.br\/wp-content\/uploads\/2013\/07\/Brasil-e-Europa-se-unem-pelo-etanol-de-segunda-gera\u00e7\u00e3o.jpg\" alt=\"Brasil e Europa se unem pelo etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o\" width=\"289\" height=\"213\" \/><\/noscript>Ampliar a produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel renov\u00e1vel por meio de um melhor aproveitamento da biomassa. Esse \u00e9 o desejo de muitos pesquisadores e empres\u00e1rios brasileiros que focam os seus esfor\u00e7os no baga\u00e7o da cana-de-a\u00e7\u00facar. O mesmo vale para os europeus e a palha de trigo. Visto que a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica das duas mat\u00e9rias-primas se assemelham em diversos aspectos, que tal unir esfor\u00e7os para solucionar os principais desafios tecnol\u00f3gicos ligados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este \u00e9 o prop\u00f3sito dos integrantes do <strong>projeto ProEthanol2G, que na \u00faltima semana estiveram reunidos no Centro Nacional de Energia em Pesquisas e Materiais (CNPEM), em Campinas-SP<\/strong>. A iniciativa possui quatro anos (2011-2014) de dura\u00e7\u00e3o e contempla seis universidades, um instituto de pesquisa e duas empresas do lado brasileiro. Do lado europeu, s\u00e3o outras 10 institui\u00e7\u00f5es participantes. O objetivo principal do projeto \u00e9 desenvolver um processo tecnol\u00f3gico que integre a produ\u00e7\u00e3o eficiente de etanol e eletricidade a partir da palha de trigo na Europa, assim como de a\u00e7\u00facar, etanol e eletricidade a partir do baga\u00e7o e da palha da cana no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O\u00a0<em>ProEthanol2G Brazil Meeting<\/em>\u00a0reuniu 35 representantes do projeto entre os dias 1<sup>o<\/sup>\u00a0e 5 de julho nas cidades do Rio de Janeiro e Campinas para debater resultados de pesquisas e a\u00e7\u00f5es conjuntas. Tamb\u00e9m integrou o evento, visitas a importantes institui\u00e7\u00f5es de pesquisa brasileiras, como ao Laborat\u00f3rio Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), pertencente ao CNPEM.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>No CTBE, os participantes do evento conheceram as instala\u00e7\u00f5es de pesquisa voltadas ao estudo de tecnologias de produ\u00e7\u00e3o de etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o. O destaque \u00e9 a Planta Piloto para Desenvolvimento de Processos (PPDP), que permite o estudo de processos na \u00e1rea em escala semi-industrial.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O diretor do CTBE Carlos Alberto Labate conta que a realiza\u00e7\u00e3o do evento faz parte das a\u00e7\u00f5es de internacionaliza\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio. \u201cAo mostrar nossas instala\u00e7\u00f5es e estimular a troca de ideias entre o grupo visitante e os pesquisadores da casa, abrimos in\u00fameras possibilidades de colabora\u00e7\u00f5es com renomadas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa do Brasil e da Europa\u201d, explica Labate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Ap\u00f3s a visita, uma s\u00e9rie de palestras sobre biorrefinarias de etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o foram apresentadas no audit\u00f3rio do CTBE.<\/strong> A l\u00edder do projeto no Brasil, a pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Elba Bon abriu a sess\u00e3o explicando as diretrizes b\u00e1sicas do ProEthanol2G e os objetivos de pesquisa de cada um dos oito\u00a0<em>Workpackages<\/em>. Estes atuam em assuntos como a convers\u00e3o do etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o e outros materiais, processos de destila\u00e7\u00e3o a baixas temperaturas, avalia\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o de tecnologias e estudos sobre sustentabilidade da cadeia produtiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Outra palestra de destaque foi a de Jesper Dohrup, pesquisador da Inbicon, empresa pertencente ao grupo dinamarqu\u00eas DONG Energy<\/strong>. Dohrup mostrou detalhes do processo de convers\u00e3o da palha de trigo utilizado na usina de Kalundborg. Inaugurada em novembro de 2009, a planta testa o processo em escala quase comercial. A usina pode converter quatro toneladas de palha por hora, o equivalente a 30.000 toneladas m\u00e9tricas por ano. Ela gera 5,4 milh\u00f5es de litros etanol por ano, juntamente com outros dois produtos renov\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>No Brasil, a Inbicon se juntou \u00e0 Odebrecht Agroindustrial para desenvolver um processo de produ\u00e7\u00e3o de etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o a partir da biomassa da cana-de-a\u00e7\u00facar. A proposta aprovada no programa PAISS (BNDES\/FINEP) contar\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o do CTBE na simula\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de impactos socioecon\u00f4micos e ambientais de diversos cen\u00e1rios nos quais a tecnologia desenvolvida \u00e9 utilizada.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ampliar a produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel renov\u00e1vel por meio de um melhor aproveitamento da biomassa. Esse \u00e9 o desejo de muitos pesquisadores e empres\u00e1rios brasileiros que focam os seus esfor\u00e7os no baga\u00e7o da cana-de-a\u00e7\u00facar. 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